Sobre costumes e fé.


As roupas sempre foram um fator de diferenciação social, identificação de status e distinção hierárquica dentro de determinados grupos. Desde a antiguidade pagã que determinados tipos específicos de adornos, tecidos e cores eram exclusivos de determinada parcela dos indivíduos. Com a dinâmica de reconstrução das identidades no Novo Mundo tais aspectos foram mantidos. No cenário urbano ou ainda no campo, a identificação visual, quando não hierárquica, era no mínimo ritualística, representando clãs, famílias e mesmo a linhagem familiar ancestral.

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