Não tão mau assim.


O discurso de que usar a percepção da energia que a pessoa emana basta para sentir o outro para mim é balela. Não há plenitude no sentir se você não toca o outro, não sente sua textura, suas marcas físicas. Tanto quanto a emanação da energia, é no corpo físico que ratificamos as impressões da história dessa pessoa e suas sensações, que também são impressas nele ao longo dos anos. Isso sim é sentir o outro plenamente.

Esse coisa de somente captar, de sublimar pelo Ar e se contentar com essa técnica é um reforço banal e seletivo induzido pelo viés cristão de que o corpo é proibido.