O Tao Português de 1808.


Sorreflufavia portugueses em naus piolhentas, como se na Bahia, índios descalços assandalhassem pés e covis. Lápidos e sussurepentos, mostravam-se misteriosos de nada em toucas entrelaçadas a cabelos raspados, enquanto lamentavam a beleza lisa e firna da forte relação de hospedeiro pardo, como se dessa cor fosse possível mais que jambo, e que não precisava livrar-se do inimigo coçadulante, porque as mãos penteavam macacos. De verdade.

  • Porque pra bom entendedor, meia palavra - ou qualquer coisa - basta.