Água que banha, purifica, sussura...


Nem sempre o Ar se apresenta como o "novo", tampouco a "ditadura da mudança", mas como a possibilidade de ser essencialmente sem forma e, a partir desta ou daquela interação, da forma que se conectar, da manifestação do essencial dessa ou daquela pessoa, dessa ou daquela circunstância e o que mais vier, assume uma forma "momentânea". E considerando as frequências e características desse elemento, em nada o faz não ter essência ou ser volúvel, descabido em si, mas essencialmente livre até de si, como deve ser, ainda que comprometido com a grande teia que associa tudo e todos.