A Casualidade da Percepção.


A lei da atração (Esther and Jerry Hicks) nos diz que aquilo em que mais pensamos, aquilo a que damos mais atenção e o nosso estado de espírito mais freqüente são os geradores rigorosos da nossa experiência do futuro. Que tanto aquilo que mais sonhamos como aquilo de que temos mais medo têm grande probabilidade de suceder, embora o sistema nos escape porque vivemos grande parte do tempo inconscientes de nós mesmos.

A maior parte das pessoas, como resposta a uma pergunta sobre o estado de espírito, começa por dizer o que mais querem por oposição ao que mais temem que suceda, ancorando-se numa falsa certeza, pelo receio da confirmação de que seu estado de espírito mais provável seja aquele que mais lhe afete negativamente.

A maior parte das pessoas vive aquém do seu propósito, dos seus talentos, das suas potencialidades, não só profissionalmente, mas afetivamente e espiritualmente.