Carta de Amor (Kah-mah wuah-tih mah).


"Pessoa que eu ando só, atente ao tempo. Não começa, nem termina, é nunca é sempre. É tempo de reparar na balança de nobre cobre que o rei equilibra, fulmina o injusto, deixa nua a Justiça." (Paulo C. Pinheiro e Maria Bethânia)