Moça que se abaixa.


Das coisas que se abdica, se descarta, nada se atém ao que não nos serve. O que nos serve, mesmo em desuso, faz parte de um catálogo de respirações possíveis, porque ventilam a mente com grande força. O que descartamos, inclusive pessoas, nunca estiveram, de fato, conosco. A outra parte que resta, lembranças, é o mito da verdade: o se que se projeta diante da escolha feita. E nem para aparador de livro me serve.