Sattva.


Enternecer não é mágico por si só, que esconde as aspas das falas, maquia ações, flerta com pensamentos alheios. Estar enternecido propaga sons e desejos como se o tempo escutasse o que ainda nem foi proferido, porque sopra pra sempre o que da boca ainda nem voou. Não tem proselitismo, não há fiança, nem fé. Modifica porque acontece naturalmente, como o tempo de cada dia que nasce-alto-morre enquanto passamos entre nós sem convergências, porque olhares estranhos acusam, afastam, assustam. E se se recua por preservação, se extingue a raça pela não comunicação, daí estamos todos à espera de novos meteoros, dilúvios ou qualquer coisa que nos parta.